segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Rock in Rio

"Rock in Rio é um festival de música cultural, originário do Brasil idealizado pelo empresário brasileiro Roberto Medina e realizado pela primeira vez em 1985, sendo, desde sua criação, reconhecidamente, o maior festival musical do mundo. Foi originalmente organizado no Rio de Janeiro, de onde vem o nome, tornou-se um evento de repercussão mundial e, em 2004, teve a sua primeira edição fora do país em Lisboa,Portugal.

Ao longo da sua história, o Rock in Rio teve 12 edições, quatro no Brasil, cinco em Portugal e três na Espanha. Em 2008, foi realizado pela primeira vez em dois locais diferentes, Lisboa e Madrid. (Wikipédia)"

Mais um ano se passa e eu não conheci o RiR, fiquei bem triste, mas nada q um fim de semana com os amigos supere, tá, não vai superar mas whatever, queria ter ido e ponto final, mas enfim, queria mesmo é falar sobre tal estrutura que - vamos falar - é foda, e o tanto de dinheiro que rola naquele lugar não é brincadeira, meu amigo - que esteve lá -  me disse que uma cerveja de 400ml custava R$9,00(NOVE REAIS) dá pra acreditar nisso? pra mim que já estive em produções como Madonna e Britney Spears e paguei 6 e achei caro iria surtar, imagina, eu beberia água, mentira, não beberia não e to falando isso de recalque mesmo.
Falando sobre os shows, pelo q acompanhei pela Globo - pq eu não tenho TV por assinatura e não gosto de assistir pela internet pq a qualidade não é boa - achei que as bandas - falo do palco mundo que foram as transmitidas na TV aberta - foram bem escolhidas e suas apresentações também foram dignas de estarem lá, desde Jota Quest/Capital(sem menosprezos) à Muse/Beyonce/Justin/Alicia/JessieJ.

Na próxima semana rola o segundo fim de semana do festival, que traz também atrações gigantes mas q provavelmente eu não vou voltar a falar sobre elas aqui, mas fica meu recalque e inveja de quem foi. haha Quando eu ganhar na mega sena vocês vão ver só, me aguardem.

A próxima edição do Rock in Rio no Rio será em 2015 e quem sabe eu irei...


bjo bjo
Moa.

to mais uma semana tentando um formato diferente de comentário meu sobre determinado assunto, vamos ver se engato, rs.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

11 de Setembro

Em 11 de setembro de 2001...

Eu estava na escola cursava, se não me engano o q chamávamos de 7ª série, cheguei em casa como outro dia qualquer e me revoltei ao ligar a televisão e colocar na Globo e não estar passando desenho(acho que era Digimon), muito puto, fiquei esperando o que eu achava que seria apenas um plantão da Globo acabar, e nada acontecia, até que o avião bate contra a segunda torre, me deixando então assustado, rs. À partir daí fui dar conta de que não era apenas um acidente, e sim um horroroso ataque terrorista, acredito eu que o maior da história dos Estados Unidos, e um dos maiores do mundo, coisa horrível, me interessei pelo assunto e busquei saber do que se tratava, cheguei pra minha professora de história dias depois e o questionei do por que ele não havia comentado nada sobre isso aqueles dias, audacioso me disse que ninguém havia se interessado antes de mim e que por isso ele não iria se pronunciar, insisti, mas ele não me deu muita corda e não se pronunciou mesmo, lembro também que no ano seguinte esse mesma professora fez a gente apresentar um trabalho sobre esse assunto na época do primeiro aniversário da tragédia, o que me fez pensar que ela não comentou nada na época por não ter conhecimento do que estava acontecendo e não tinha como(ou não queria) pesquisar sobre o assunto, lamentável, pois ela foi um grande professor, no que interessava a ele. No primeiro ano do ensino médio, dois anos depois do acontecido, uma professora de história mesmo, nos mostrou um documentário sobre o 11 de setembro com uma visão completamente diferente do que a televisão nos mostrou, um documentário culpando o governo e a máfia americana de tudo o q aconteceu, (coisa que eu acho muito dificil de ter ocorrido) mas enfim, não quero falar mais sobre isso.
No demais acredito que não fui o único a ter uma reação como essa, rs.


"No total, aproximadamente 3 mil pessoas morreram, inclusive os 19 sequestradores. O governo dos Estados Unidos respondeu aos ataques a partir do movimento denominado Guerra ao Terror. Sob coordenação dos norte-americanos, houve a invasão ao Afeganistão. Vários países também reforçaram a legislação antiterrorismo e ampliaram os poderes de aplicação da lei." Portal EBC

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bjo bjo
Rascunhei no 11 de Setembro mas esqueci de postar naquele dia :P

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Piada por Gregório Duvivier

Um português, um francês e um americano estavam no deserto quando perceberam que estavam dentro de uma piada. Foi o português quem primeiro perguntou: o que é que nós estamos fazendo aqui, ó, pá? Ao que o francês respondeu, com leve sotaque: se você está falando "ó, pá" isso só pode ser uma piada, porque nenhum português de verdade fala assim.

Ao que o americano respondeu: e se nós que nem portugueses somos estamos falando português, e ainda por cima com esse sotaque tão malfeito, é porque isso só pode ser uma piada.

Já estou morrendo de sede, disse o francês, precisamos sair daqui o quanto antes. Ao que o português, que não era burro e tinha ido parar ali na piada por engano, respondeu: talvez algo de engraçado precise acontecer, talvez a gente precise encontrar a graça da piada pra conseguir sair daqui.Talvez se encontrássemos uma lâmpada, disse o americano, piadas de deserto costumam envolver gênios, lâmpadas, três pedidos, e no terceiro pedido, puf: a graça.

Os três cavaram por horas, sem qualquer vestígio de graça ou lâmpada. O francês teve uma ideia: nós só vamos sair daqui quando o português disser ou fizer uma estupidez. Ao que o português disse que era contra a perpetuação desse tipo de preconceito. Os outros dois pediram que ele batalhasse por essa causa depois que já tivessem saído da piada. E o português desandou a gritar estupidezes, a contragosto. Não teve graça. Partiu para o humor físico. Tropeçou, comeu areia, imitou um camelo. Nada.

Foi aí que lhe veio a ideia: talvez não fosse uma piada de português. Talvez fosse uma piada de francês. Algo relacionado ao fato dele não tomar banho. O francês disse que era limpíssimo e que o mais provável era que a piada em questão recaísse sobre o americano. Este disse que nunca tinha visto uma piada de americano, que só torna essa piada melhor, respondeu o francês, porque ela é inesperada. O americano fez meia dúzia de americanices, sem efeito.

Eis que no horizonte surge, esbaforida, uma loura. Alguém viu meu papagaio?, ela pergunta. Perfeito!, diz o francês. É nele que mora a piada. Surge o papagaio. Mas ele é do tipo que não fala. Eles desistem. Exaustos, refestelam-se na areia, moribundos. Talvez isso não seja uma piada, diz o português. Talvez isso seja só uma coluna de jornal, que não precisa de graça para acabar. Talvez acabe de repente, sem piada. O que é que a gente faz?, pergunta a loura. Espera, ele responde. Espera.







Texto retirado do Jornal Folha de S.Paulo (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/127011-piada.shtml)